Brasil cai 15 posições em ranking global sobre facilidade de fazer negócios

O Brasil recuou 15 posições no relatório anual do Banco Mundial, Doing Business, que avalia o ambiente de negócios de 190 países, divulgado na noite da última quarta-feira (23/10). Apesar de ter registrado avanço na pontuação, de 58,6 para 59,1, o país foi de 109º para 124º no ranking, em relação a 2018.

 

Segundo o Banco Mundial, a melhora de 0,5 na pontuação brasileira é reflexo da melhora no registro de propriedades no país e aval para início de um negócio. O período de análise do documento vai de junho de 2018 a maio de 2019, ou seja do final do governo de Michel Temer aos primeiros meses da gestão de Jair Bolsonaro.

 

No Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a meta do governo é que o país fique entre os 50 primeiros colocados até o fim de 2022.

 

“O resultado não foi nada bom. Uma queda para 124º é para se lamentar. Temos que trabalhar para reverter, como temos feito desde o início do ano”, avaliou o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa. No entanto, para ele, o resultado ainda não reflete as medidas iniciais do governo Bolsonaro.

Os três primeiros lugares do ranking estão ocupados pela Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong, respectivamente. Enquanto no Brasil as empresas precisam de, em média, 21,5 dias, no Rio de Janeiro, e 13,5 dias, em São Paulo, para abrir um negócio, na Nova Zelândia é possível se criar uma nova empresa em menos de um dia. A média para países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 9,2 dias.

 

De acordo com Costa, houve mudança de metodologia no indicador de proteção de interesse dos minoritários. Assim, a posição do Brasil em 2018, na verdade, seria de 120º. “Estávamos pior do que imaginávamos. Isso só retrata a urgência de melhorarmos o ambiente de negócios”, disse.

 

O estudo destaca o avanço do Brasil em algumas áreas como a maior rapidez no registro de empresas e a redução do custo de certificados digitais necessários às empresas, especialmente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Carlos da Costa, entretanto, lembrou que o Brasil nunca esteve entre o grupo de colocados com dois dígitos (abaixo dos 100 primeiros). “Entrar no grupo dos dois dígitos será um primeiro passo. Alcançar isso no ano que vem é uma meta ambiciosa, mas, embora não seja uma meta formal, estamos trabalhando por isso”, afirmou.

 

Com a pior posição do grupo, o país ficou longe dos países que compõem o bloco dos Brics: Rússia em 28º, China em 31º, Índia 63º, África do Sul em 84º.  Já na América Latina, países como Chile, em 59º, México, em 60º, e Uruguai, em 101º, também ficaram na frente do Brasil. Por outro lado, a posição foi melhor que a dos vizinhos Argentina, em 126º, e Venezuela, em 188º.

 

Fonte: Correio Braziliense

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